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06/06/11

A PROPÓSITO

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No dia 5 de Junho, dia das eleições, demos conta da discussão que estava a ser tida junto ao edifício (escola), onde funcionou a assembleia de voto, sobre o(s) critério(s) de nomeação dos membros das mesas e quanto auferiria cada um deles pelo serviço prestado.
Quanto aos critérios, lamentamos, mas nada sabemos. Já quanto ao valor da senha de presença, transcrevemos a informação da DGAI. 

                      "Valor da senha de presença dos Membros das Mesas de voto
                                              24-05-2011

A DGAI esclarece que o valor da senha de presença dos Membros das mesas de voto das Eleições Legislativas 2011 é de 76,32€.

A Direcção-Geral de Administração Interna esclarece que o valor da senha de presença dos Membros das Mesas de voto das Eleições Legislativas 2011, a decorrer no próximo dia 5 de Junho, é de 76,32€."

05/06/11

RESULTADO DAS ELEIÇÕES LEGISLATIVAS DE 2011


Olival
 Contagem terminada.
Resultados de 2011
Lista
Resultados

PPD/PSD
60,36%
737 votos

PS
15,89%
194 votos

CDS-PP
12,29%
150 votos

B.E.
2,13%
26 votos

PCP-PEV
1,88%
23 votos

PCTP/MRPP
0,57%
7 votos

PAN
0,49%
6 votos

PNR
0,49%
6 votos

PTP
0,41%
5 votos

MEP
0,33%
4 votos

MPT
0,16%
2 votos

POUS
0,16%
2 votos

PND
0,08%
1 votos

PPM
0%
0 votos


EM BRANCO
3,44%
42 votos


NULOS
1,31%
16 votos



Votantes
55,17%
Votantes: 1.221
Inscritos: 2.213

08/05/11

PRESTAÇÃO DE CONTAS DE 2010 (Parte 3)

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 Pela observação do mapa do controlo da receita, já reproduzido, e da despesa, que se reproduz, ressalta que as regras previsionais para a elaboração do orçamento não foram, de facto, respeitadas e as consequências dessa não observância estão espelhadas nos mapas de controle; de facto:
1. As importâncias relativas a taxas e tarifas inscritas no orçamento não tiveram em conta que não podiam ser superiores à média aritmética simples das cobrança efectuadas nos últimos 24 meses.
2. As importâncias relativas às transferências correntes e de capital só podem ser consideradas no orçamento em conformidade com a efectiva atribuição pela entidade competente.

01/05/11

PRESTAÇÃO DE CONTAS DE 2010 (Parte 2)

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Durante a sessão da Assembleia de Freguesia, O MOIA perguntou ao executivo se era desta vez que os documentos de prestação de contas iriam ter a divulgação a que a lei obriga, a que os olivalenses têm direito e que muitos reclamam. A resposta foi de que para isso era preciso tempo. Lamentavelmente, no Olival, procedimentos democráticos elementares são rejeitados. Agora não se dá informação porque não há tempo, antes não se informou porque o segredo é a alma do negócio ou não se informou ou não se informa porque o papel está caro. Que mais virá, por aí, no futuro!
Perante isto, o MOIA fiel a si mesmo e aos olivalenses, irá fazendo a divulgação destes documentos, optando hoje, por apresentar o controlo da receita, ficando os comentários, considerados pertinentes, para uma próxima oportunidade.


30/04/11

PRESTAÇÃO DE CONTAS DE 2010 (parte 1)

 .

A Junta de Freguesia apresentou, para aprovação, à Assembleia de Freguesia as contas relativas a 2010, em 28 de Abril. Hoje, reproduzimos o mapa resumo dos fluxos de caixa, através do qual ficamos a saber o valor das receitas e das despesas. Olhando o mapa, retiramos, para já,  uma evidência: a receita corrente é inferior à despesa corrente, o que viola o princípio do equilíbrio a que as autarquias estão obrigadas por lei. As despesas não podem ser superiores às receitas. Aliás, compreende-se que assim seja, pois, quando gastamos mais do que recebemos (ganhamos) o futuro que nos aguarda não pode ser risonho.
A Junta, confrontada pelo MOIA, não soube ou não quis explicar a razão por que excedeu em 15%  a despesa corrente. Para já não desistimos e continuaremos a indagar, dando informação dos resultados que forem sendo obtidos.  



28/01/11

FINALMENTE HÁ ASSEMBLEIA DE COMPARTES



Depois da batalha política travada na Assembleia de Freguesia sobre os baldios, e em forma de resumo de quanto já se disse e se escreveu sobre esta matéria, consideramos pertinente informar sobre o desfecho alcançado e tecer algumas considerações acerca de alguns aspectos relevantes verificados ao longo de todo o processo.
Em 29 de Setembro, a Junta pretendeu que a Assembleia de Freguesia a autorizasse a apossar-se, por usucapião, de 10.000 m2 de terreno no Brejo, para posterior cedência à Câmara Municipal. O MOIA opôs-se e indicou e sugeriu a consulta de documentação arquivada na Junta que inequivocamente esclarecia que os terrenos do Brejo, como outros espalhados pela Freguesia, eram terrenos baldios e qual a legislação (lei n.º 68/93 de 04 de Setembro) aplicável, neste caso, para que a pretensão da Junta se pudesse concretizar. A Junta, como sempre, reagiu mal e, com a falta de espírito democrático que a caracteriza começou, logo ali mesmo, a queixar-se de que estava mais uma vez a ser vítima da maledicência e má vontade do MOIA.
Não obstante isto, decidiu-se que a decisão ficava adiada para futura reunião, a realizar quando a Junta estivesse esclarecida e em condições de esclarecer a Assembleia sobre a problemática da existência ou não de baldios no Olival.
Em 17 de Novembro, quase dois meses depois, em nova Assembleia, a Junta volta à carga, insistindo que não havia nem nunca tinha havido baldios na Freguesia do Olival. É espantoso como a Junta, nos mesmos documentos lidos e sugeridos pelo MOIA, conseguiu ler exactamente o contrário. Alguém não sabe ler. Pelos vistos, quem não soube ler foi a Junta, porque, apesar de ter ficado autorizada, com 3 votos favoráveis do PS e 1 do membro José Esteves, 3 abstenções do PSD e 2 contra do MOIA a apoderar-se do terreno por usucapião e a dá-lo à Câmara, acabou por não fazer a respectiva escritura de justificação e, em 20 de Dezembro, iniciou o processo de constituição da Assembleia de Compartes, com a 1ª reunião marcada para o dia 30 do mesmo mês.
O reduzido número de compartes que compareceram (pouco mais de duas dezenas) deveu-se à falta de sensibilização da população por parte de quem de direito e à deficiente divulgação. A este propósito, merece referência o facto de, quando incitávamos o Presidente da Junta, uma vez que iria haver uma 2ª reunião no dia 6 de Janeiro), a fazer uma maior divulgação com distribuição mais abundante de informação escrita, a Senhora Vereadora Lucília, lá do alto do seu pedestal ter ordenado ao Presidente da Junta que o não fizesse, porque o papel estava caro. Sobre isto não nos vamos alongar em considerações, apenas registamos que esta senhora, mais uma vez prestou um mau serviço à democracia. Aliás, ela não sabe o que é a democracia, como provou quando recentemente, numa atitude “pidesca”, mandou retirar, de forma abrupta, o “placard” que divulgava o abaixo-assinado, com o intuito de recolher assinaturas, a pedir a construção de escolas condignas no Olival.
 Neste mesmo dia 30 de Dezembro e nesta mesma reunião, outro “democrata de gema” cá da Terra, militante do PS, desde 1988, segundo revelação sua, revoltou-se, barafustou, proferiu impropérios e expressões ofensivas, só porque o MOIA demonstrou que há, desde tempos quase imemoriais, terrenos baldios no Olival e exigiu, por isso, que à população do Olival fosse reconhecido o direito de sobre eles decidir, como determina a lei. Qualquer pessoa imbuída de alguns, ainda que poucos, princípios democráticos percebe perfeitamente isto. Não sabemos o que é que incomoda tanto este senhor, mas quer parecer-nos que o facto de ter feito parte de sucessivas Assembleias de Freguesia, onde foram autorizadas vendas de terrenos baldios, apropriações por usucapião e até vendas simbólicas, em declarado desrespeito pelo alheio, lhe traga algum desconforto..
Na reunião da Assembleia de Freguesia de 28 de Dezembro, o MOIA deu por terminada a questão dos baldios, sob o ponto de vista político, e lançou um repto ao PS e PSD para que na Assembleia de Compartes, entretanto convocada para eleição dos órgãos sociais, cada um se apresentasse como comparte e não como elemento desta ou daquela força política. De facto, o nosso receio não era infundado, porque na reunião de 06 de Janeiro, lá estava o PS com os seus apaniguados e amigos a tomar conta, quase de assalto, dos órgãos directivos da Assembleia (Mesa, Conselho Directivo e Comissão Fiscalizadora). Esta sede desmedida de poder nunca traz nada de bom, nem a nível local nem central, como se constata todos os dias nas mais variadas situações, porque não é o critério da competência nem a vontade de servir que prevalecem, mas o critério da “partidarite” doentia, do “amiguismo” saloio e da sede de poder que cegam e não deixam ver claro. 

É isto que nos distingue, porque existimos para servir e não para nos servirmos.

E uma nota final para dizer que a Junta de Freguesia (PS) travou uma guerra onde se ridicularizou e perdeu, como confirma a convocação da assembleia de compartes, em 20 de Dezembro. Perdeu tempo, porque se tem adoptado o processo legal, defendido pelo MOIA, em menos de um mês, como se veio a comprovar, tinha o problema do terreno para implantação do gimnodesportivo resolvido. Isto é, antes do final de Outubro, a solução podia estar encontrada.
 Mas, para que fique claro e para a reposição da verdade, realçam-se as vantagens do processo proposto pelo MOIA (constituição da assembleia de compartes), em contraposição com o da Junta, a saber:
processo muito menos moroso do que o da Junta;
processo conforme a lei (legal) enquanto o da Junta era ilegal;
processo menos dispendioso;
processo que respeita a propriedade alheia;
processo que tem em atenção o respeito e consideração que são devidos à população;
processo que defende os interesses da população do Olival, porque se, por acaso, o gimnodesportivo não for construído (dependente da concessão de fundos comunitários) o terreno voltará à posse da assembleia de compartes, ao passo que de outro modo seria uma cedência sem retorno, etc, etc.
Perante isto, só a incompetência, a sede de poder e de protagonismo e, acima de tudo, o desnorte é que conseguem sustentar que a construção do gimnodesportivo se atrasou e ou esteve em risco por causa do MOIA.
                                                                                                                                           O MOIA

06/09/10

FESTA GRANDE

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É tradição realizar-se a Festa Grande no Olival, em honra de Nossa Senhora da Purificação sua padroeira, no primeiro fim de semana de Setembro e, neste ano de 2010, não se fugiu à regra, sendo aquilo que vimos suficiente e motivo bastante para endereçarmos daqui os nossos parabéns aos responsáveis pela sua organização (Fábrica da Igreja, Comissão, etc) e todos os agentes, com destaque muito especial para zeladores e zeladoras.
É verdade que hoje já não assistimos à grandiosidade de outros tempos, em que chegavam a desfilar mais de 500 fogaças e de 30 andores, mas os tempos são outros e a realidade é diferente. Comparativamente, o esforço que hoje se despende é bem maior do que antigamente, porque dantes, por exemplo, os jovens ofereciam-se e “faziam bicha” para serem aceites como zeladores e, muitas vezes, tinham que esperar pelo ano seguinte, para poderem dar o seu contributo, hoje as dificuldades são de todos conhecidas. Por isso, o mérito das pessoas que vão, ano após ano, dando o seu contributo, para que a tradição se mantenha, não fica nada a dever ao mérito daqueles outros que faziam desfilar centenas de fogaças e dezenas de andores que de todos os lugares da Freguesia confluíam para o Olival sede. Quem sabe, se o próximo ano não será ainda melhor que este, pois o entusiasmo das pessoas está em crescendo; a comprová-lo está o facto das casas se terem apresentado mais engalanadas do que nos anos transactos, merecendo especial referência as tradicionais colchas penduradas nas janelas.

Bem hajam!

                                                                                                                                       O MOIA